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domingo, 21 de abril de 2013

Meio Ambiente, cultura e educação


Palavras chave:  Cultura, educação e meio ambiente.

A maior diversificação de uma população é a variação cultural e  a educação onde  baseia-se na ideia de que todos os seres humanos nascem com o mesmo potencial, que deve ser desenvolvido no decorrer da vida.

Em muitas partes do mundo tem-se diferentes pensamentos, e consequentemente diferentes culturas, costumes e até mesmo a educação em cada país pode  variar e às vezes passam por  mudanças, aperfeiçoando, algumas são eliminadas com o tempo, falando-se de costumes  por exemplo: os índios tratam as doenças com ervas da natureza e costumam realizar rituais de cura, dirigidas por um pajé,  os  ingleses são bastante disciplinados e suas boas maneiras são excelentes. Se você não quer ser rude ou desrespeitoso, você tem que dizer Hello ou Good Morning toda vez que encontrar alguém, e agradecer dizendo Thank you, assim como dizer Please ao pedir alguma coisa. Além disso, como acontece em qualquer sociedade, é sempre o melhor mostrar-se com um sorriso. Os australianos fazem uma fila enquanto esperam por alguma coisa (táxi, ônibus, bilheteria ou caixa de banco). Nunca empurre as outras pessoas ou ‘fure a fila’ – isso não será tolerado; na Índia   as vacas fonte de alimento em muitos países ela é venerada na Índia. Já o couro, muito usado comercialmente em todo o mundo é desprezado e considerado impuro pelos hindus. Nos Estados Unidos Tapinhas nas costas durante um cumprimento é falta de educação. Um aperto de mãos já é suficiente.

E assim cada país tem Sua cultura, seu costume em muitos países as pessoas são multadas se jogarem  lixos nas ruas, em outros não podem fumar em prédios.

A variedade na educação e na cultura é muito grande até mesmo dentro do Brasil varia muito de um estado para outro  no sul  bebe-se vinho chimarrão e tem-se  o melhor churrasco, no Rio de Janeiro  tem a melhor feijoada, em Minas Gerais tem-se doces e queijo e em Curitiba tem-se muito cuidado com o meio ambiente A coleta do lixo reciclável, a compra do lixo e o sistema de deposição dos resíduos, no Aterro Sanitário da Caximba-PR, chamaram a atenção da Organização das Nações Unidas (ONU), se formos citar todas  teremos listas enormes.

A questão mais preocupante é como chegar à população com uma cultura ou educação  ambiental padrão que possa cuidar do meio ambiente, fazer com que classes médias baixas evitem o descarte errado de resíduos sólidos, se você em sua cidade começar a observar o tanto de  as garrafas pet e as latas de alumínio descartadas nas vias públicas verá que o número de resíduos nas ruas é bem elevado.

Esse descarte tem mudado conforme campanhas televisivas do governo, ou seja, as propagandas incentivadas pelo governo mostrando os índices de degradação, mostrando devemos separar os resíduos, porem em algumas partes da população que não se conscientizam da importância de  evitar esse descarte desajustado, o governo deveria incentivar a manipulação correta  ou até mesmo a logística reversa das bem embalagens pet e alumínio.

A questão cultural e a educação são muito importantes nesta hora, pois se cada indivíduo, tivesse uma educação ambiental correta, as pessoas teriam a consciência de realizar o descarte dos resíduos sólidos corretamente, preservando o meio ambiente e melhorando o hoje para que as gerações futuras possam nos agradecer.

Marco Aurélio Macedo de Santana

Gestor Ambiental

 

 

 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Energia Verde

Lâmpadas que duram até 20 anos já são realidade

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Depois da substituição das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes como alternativa de economia, as lâmpadas LED (sigla em inglês para diodo emissor de luz) chegam ao mercado com melhor desempenho energético que suas antecessoras e durabilidade média de até 20 anos.
A LED Light Bulb da Philips, ganhadora da premiação americana de iluminação Bright Tomorrow (“Amanhã Brilhante”), é um exemplo dessa geração de lâmpadas. Após 18 meses de testes, a lâmpada chegou ao mercado americano com eficiência de até 90% na emissão de luz (porcentagem aproveitada do consumo energético que é convertida em luz ao invés de calor), apresentando enorme diferença se comparada às lâmpadas incandescentes tradicionais, cuja eficiência luminosa é em média de 8%, segundo o Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE), do Brasil. Ou seja, quando você acende uma lâmpada incandescente, apenas 8% da energia elétrica que ela consome é transformada em luz. Os outros 92% se perdem em forma de calor.
As lâmpadas fluorescentes, por exemplo, têm uma eficiência luminosa até cinco vezes superior às incandescentes com a mesma potência e também são mais duráveis (cerca de oito vezes mais que as incandescentes). Por conta disso são bem mais econômicas e já vêm sendo adotadas em escala crescente no Brasil.
Comparando a eficiência energética das lâmpadas de LED em relação às fluorescentes, as de LED consomem até duas vezes menos energia e no que se refere à durabilidade também saem ganhando. Enquanto as lâmpadas incandescentes têm vida útil estimada em 1000 horas, as fluorescentes podem durar de 10 a 15 mil horas. Já a LED Light Bulb e as lâmpadas similares duram no mínimo 25 mil horas acesas. De acordo com a Eletrobrás, levando em conta o consumo energético e a capacidade de iluminação, as lâmpadas de LED podem ser consideradas mais vantajosas para o consumidor, pois dispensam trocas constantes.
Independentemente da marca ou do modelo escolhido, há vantagens significativas no consumo de energia elétrica quando da utilização de lâmpadas fluorescentes compactas e mais ainda, das lâmpadas LED. São exemplos típicos de produtos mais duráveis, que vem sendo estimulados pelo Akatu por resultarem em muito maior eficiência no uso de recursos naturais do que as lâmpadas incandescentes. Isto é, dado que as lâmpadas mais duráveis terão uma utilização por cerca de 25 mil horas, 25 vezes mais do que as incandescentes, o uso de recursos naturais, energia e água em sua produção resulta muito menor por hora de uso da lâmpada, do que no caso da incandescente.  Essas lâmpadas mais duráveis são exemplo de um dos itens dos “10 Caminhos para a Produção Responsável e o Consumo Consciente”, desenvolvido pelo Akatu para apontar 10 maneiras que deverão caracterizar a produção e o consumo sustentáveis do futuro.
Por outro lado, as lâmpadas fluorescentes compactas e as lâmpadas LED são mais caras do que as incandescentes. No caso das fluorescentes compactas, os cálculos do Akatu indicam que a diminuição no consumo de energia leva a uma redução na conta de energia que, em 8 meses, paga o valor a mais pago pela lâmpada.
Assim, quem faz a troca das lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes ou pelas LED, estará cuidando do consumo de energia e reduzindo a conta de luz. Ao mesmo tempo, estará ajudando o planeta, dado que a produção, distribuição e utilização de energia elétrica geram uma série de impactos negativos à sociedade e ao meio ambiente, seja pela utilização de recursos públicos que poderiam ser usados em outros serviços como educação e saúde, seja pelo deslocamento de populações residentes nas áreas inundadas pelas represas necessárias ao funcionamento de uma hidroelétrica, ou pela enorme intervenção em uma área geográfica que se vê transformada em um grande lago, ou ainda pelas emissões de carbono decorrentes do processo de construção de usinas e das linhas de transmissão. Fazer a troca por lâmpadas mais eficientes significa consumir com consciência, colaborando também para evitar as mudanças climáticas e o aquecimento global.
No quesito toxicidade, quando comparadas às lâmpadas fluorescentes, que contêm mercúrio em sua composição, as lâmpadas de LED apresentam menor potencial poluente e maior facilidade para reciclar. No entanto o descarte adequado de qualquer lâmpada é imprescindível e requer cuidados especiais por parte do consumidor. Arsênico, chumbo e outros componentes químicos fazem parte de sua composição e podem ser prejudiciais à saúde.
Com subsídio do governo americano, a unidade da LED Light Bulb está sendo comercializada nos Estados Unidos por U$ 23 (R$ 41). De acordo com a Philips, no Brasil já existem modelos de lâmpadas de LED similares à LED Light Bulb, como a MASTERLED Bulbo 12W e 17W da Philips, que podem substituir uma lâmpada incandescente de 60W e 75W, respectivamente.


Fonte: Akatu